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ESP — Especificação

Autoridade: o ESP é o ponto de vista de maior autoridade sobre o “o quê” do sistema. Todos os demais pontos de vista consomem artefatos publicados pela Especificação.

Responsável por estruturar o conhecimento de negócio, regras, requisitos, integrações, conformidade, autenticação, acessibilidade e comunicação institucional.


As histórias do ESP cobrem 11 tipos distintos, organizados por natureza e origem:

Tags e categorias de histórias do ESP

Contêm as definições de negócio de alto nível derivadas de normas, leis, políticas, regras internas, instruções normativas, diretrizes estratégicas e demais orientações da alta gestão.

Contêm as definições especializadas da área gestora da solução, condicionadas negocialmente às HNI e tecnicamente às histórias de sistemas.

Contêm as definições técnicas e operacionais das equipes usuárias e executoras do negócio, condicionadas às HNI, HNE e às histórias de sistemas.

Contêm a tradução técnica estruturada das necessidades de negócio para construção da solução.

Contêm requisitos de interoperabilidade, troca de dados, APIs, barramentos, integrações internas, externas e com terceiros.

Contêm regras explícitas de decisão, critérios, exceções, condicionantes, parâmetros e lógicas automatizáveis.

Contêm requisitos de jornada, interface, usabilidade, acessibilidade, comunicação e uso prático da solução.

Contêm requisitos legais, regulatórios, normativos, auditoriais e de controle aplicáveis à solução.

Contêm requisitos de autenticação centralizada, federação de identidade, integração institucional e integração com o gov.br.

Contêm requisitos de acessibilidade digital aplicáveis às interfaces, jornadas, componentes, fluxos e conteúdos.

HIVC — Histórias de Identidade Visual e Comunicação

Seção intitulada “HIVC — Histórias de Identidade Visual e Comunicação”

Contêm padrões de identidade visual de governo, padrões institucionais de interface, textos obrigatórios, disclaimers e componentes de comunicação com o usuário.


Toda história percorre estados definidos antes de ser considerada válida para consumo pelos demais pontos de vista:

Estados do ciclo de vida de uma história


Toda história da especificação deverá possuir identificador único, versão, origem, data de geração, data de revisão, autor ou responsável, dependências, criticidade e vínculo com os demais artefatos afetados.

Toda história deverá possuir rastreabilidade bidirecional entre documentos de origem, protótipos, infraestrutura, código, testes, implantação, operação, documentação e evidências.

Toda história deverá ser submetida a validação de alucinação em dois níveis:

Toda história que envolva usuário externo deverá indicar o mecanismo de autenticação e o nível de autenticação gov.br compatível com a natureza do requisito de negócio.

Toda história que envolva interface, navegação ou interação humana deverá conter requisitos mínimos de acessibilidade.

Toda história que envolva comunicação com o usuário deverá indicar mensagens obrigatórias, disclaimers, avisos institucionais e elementos mínimos de transparência.


  • evidência de origem documental;
  • evidência de validação por IA secundária;
  • evidência de validação humana;
  • evidência de aprovação da história;
  • evidência de rastreabilidade com protótipo, código, teste ou infraestrutura.

SiglaNomeFinalidade
VISVision DocumentVisão de alto nível da solução
BRDBusiness Requirements DocumentRequisitos de negócio formalizados
PRDProduct Requirements DocumentRequisitos detalhados do produto
DOMDomain ModelModelo de domínio conceitual
STYStyle GuidePadrão visual e de comunicação

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