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Fluxos por Tipo de Demanda (B)

Ponto de vista: SIS — Sistemas em Sustentação


Objetivo: corrigir defeito, falha ou comportamento divergente.

1. Classificar a demanda como Corretiva
2. Delimitar o módulo afetado e coletar evidências do comportamento atual
3. Montar LKP com contexto do módulo
4. Identificar causa raiz (IA agêntica + revisão humana)
5. Revisão cruzada da causa identificada (segunda engine)
6. Aplicar correção
7. Validar ausência de impacto lateral (IRA simplificado)
8. Registrar evidência da correção
9. Atualizar documentação afetada (BRM, OBS, RUN se aplicável)

Objetivo: introduzir melhoria, mudança funcional ou adequação normativa.

1. Classificar a demanda como Evolutiva
2. Delimitar objetivo, escopo e sistemas impactados
3. Montar LKP com contexto dos módulos afetados
4. Levantar regra atual (BRM) e regra pretendida
5. Produzir IRA — análise de impacto e ripple effect
6. Revisão cruzada do IRA (segunda engine + Validador Técnico)
7. Implementar via IMP (com histórias HS/HRD geradas a partir do BRM/IRA)
8. Validar comportamento esperado e impacto lateral
9. Atualizar artefatos (BRM, DIM, ASR, documentação)

Objetivo: preservar continuidade, estabilizar, monitorar, manter dependências.

1. Classificar a demanda como Sustentação
2. Identificar ativo impactado
3. Consultar OBS (estado de observabilidade) e RUN (procedimentos existentes)
4. Montar LKP com contexto operacional relevante
5. Aplicar ação de sustentação (patch, atualização, configuração)
6. Registrar evidências da ação
7. Atualizar RUN / OBS / base de conhecimento

O fluxo adaptativo segue o modelo de sustentação, com a diferença de que o escopo é sempre mudança de ambiente, não de comportamento. Exige IRA simplificado para confirmar que nenhum comportamento funcional foi alterado.


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