1 · Definição (S)
Um modelo de aplicação do SinergIA é a tradução operacional do framework para um contexto concreto de desenvolvimento (um tipo de aplicação, um porte, uma criticidade, um arranjo contratual). Ele responde, na prática, a uma única pergunta:
Como usar IA, automações, ferramentas de prototipação, codificação, teste, qualidade, segurança e entrega de forma rastreável, validável, proporcional e auditável, dado este contexto?
Por construção, um modelo de aplicação não é:
- uma metodologia substituta a Scrum, Kanban ou outras práticas ágeis;
- uma escolha de produto (Cursor, Claude Code, Copilot, SonarQube, GitHub Actions, Figma etc.);
- uma plataforma técnica ou um conjunto fechado de processos contratuais;
- um documento de “como cumprir o framework no papel” sem evidência.
Por construção, um modelo de aplicação é:
- uma camada de processo e governança que orienta o uso das ferramentas escolhidas pela organização;
- um conjunto de regras operacionais sobre papéis, artefatos, validações, evidências e gates;
- uma escala calibrada por criticidade (modos Ágil, Essencial, Completo) que define o conjunto mínimo de exigências por contexto;
- uma referência para auditoria: cada decisão e entrega deixa prova ligada a um artefato.
A frase-síntese da Visão Executiva cabe aqui sem alteração: o SinergIA trata IA como acelerador dentro de processo mensurável, com mais velocidade acompanhada de responsabilização, trilha de auditoria e conformidade proporcional ao risco.
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