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5 · Modos de aplicação como escala de calibragem (S)

A proporcionalidade é o que impede o framework de virar burocracia. Um modelo de aplicação escolhe um modo inicial e descreve como migrar para outro quando o risco mudar.

ModoQuando se aplicaCaracterística do modelo
ÁgilProtótipos, MVPs, ferramentas internas de baixo impactoConjunto mínimo de artefatos; ênfase em ESP, ARC e IMP; QA, GTI e PDP por aplicabilidade; validação primária por IA com evidências mínimas.
EssencialSistemas internos ou de suporte operacional sem alto risco de dados sensíveisSeis pontos de vista preenchidos com aplicabilidade; histórias ESP agrupadas tematicamente; GTI e QA reforçados quando o contexto exigir.
CompletoDados sensíveis, impacto relevante, obrigação legal ou dependência críticaRigor máximo nos seis eixos onde aplicável; onze tipos de história ESP quando prescritos; repositórios segregados; validação tripla onde couber; linter em gates; cobertura de testes definida (por exemplo, ≥ 80%).

A regra prática é: não nasça no Completo por hábito e não permaneça no Ágil quando o risco aumentar. O modelo deve incluir critérios objetivos para essa decisão (volume de usuários, sensibilidade dos dados, criticidade do processo, exposição regulatória).

Para o quadro normativo dos modos no hub, ver Modos de Aplicação.


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